Sobre Eduardo Brito

1977, Guimarães, Portugal
Eduardo Brito trabalha em cinema, escrita e fotografia.

Eduardo Brito


No cinema, a que se tem dedicado principalmente, escreveu e realizou a longa-metragem A Sibila (2023), a partir do romance homónimo de Agustina Bessa-Luís. Realizou as curtas metragens Penúmbria (2016), Declive (2018), Ursula (2020), Lethes (2021) e La Ermita (2021). Escreveu o argumento da longa O Pior Homem de Londres (Rodrigo Areias, 2022), das curtas O Facínora (Paulo Abreu, 2012), A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015), Catherine ou 1786 (Francisca Manuel, 2017) e O Homem Eterno (Luís Costa, 2017) e, com Rodrigo Areias, das longas Hálito Azul (2018) e A Pedra Sonha Dar Flor (também com Pedro Bastos, 2022).

Entre a fotografia e a escrita, os seus trabalhos exploram quase sempre os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem: assim por exemplo com os livros As Orcadianas (2014) e East Ending (2017) e com as séries fotográficas Sem Sinal de Perigo (2021), 5 p.m. Hotel de la Gloria (com Rui Hermenegildo, 2015), Un Samedi Sur Terre (2017) e Histórias Sem Regresso (2018).

Eduardo Brito tem o mestrado em Estudos Artísticos, Museológicos e Curadoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com a dissertação Claro Obscuro – Em Torno das Representações do Museu no Cinema. Fez especialização em guionismo na Escuela Internacional de Cine y TV, em Cuba. Ensina regularmente, como assistente convidado, na FBAUP. Foi coordenador projecto de arquivo, curadoria e edição de espólios fotográficos Reimaginar Guimarães, desenvolvido na Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.

Actualizado a 18 Julho 2023